A Casinha Feliz
 


Ensino do método para as filhas

Ana Júlia Portela

Cara Eloísa,

Primeiramente, queria agradecer-lhe por ter respondido pessoalmente ao meu email. E dizer que é com prazer que respondo às suas perguntas.

Sou formada em Letras pela Universidade Federal do Pará, e formada em Violoncelo pela Fundação Carlos Gomes. Meu imenso interese pela CASINHA FELIZ vem do fato de eu mesma ter sido alfabetizada através desse método. Eu lembro de vários fatos, como os personagens e os amiguinhos. Lembro até da primeira palavra que aprendi a escrever - RUA.

Também recordo de ouvir uma tia minha comentando que as crianças aprendiam a ler rapidamente por esse método. Então isso foi o que mais me marcou de tudo. Fui alfabetizada no Núcleo Pedagógico Integrado, em Belém do Pará. Talvez a melhor escola de Belém, na época. Só sei que por muitos anos os primeiros lugares gerais nos vestibulares, sempre eram de alunos do NPI.

Durante anos percorri escolas e entrevistei professores, em busca da CF, para alfabetizar minha filha. Eu queria matriculá-la numa escola que usasse o método, mas não achei nenhuma. Comecei então, a achar que o método não era mais editado... Não me conformava de uma coisa tão boa ter desaparecido...Mas eu fazia questão de um método fonético. Então resolvi ensinar minha filha de cinco anos a ler, na raça mesmo, este ano, baseada apenas nas aulas de alfabetização que eu tivera quando criança!!! Ensinei os sons dos amiguinhos e das consoantes. Cada dia, eu ensinava um novo fonema. Até minha filha de dois anos aprendeu os fonemas e os símbolos. Então expliquei que as consoantes precisavam dos amiguinhos para ter mais som. E ela aprendeu todas as ´silabas rapidamente. O problema é que daí em diante, eu não lembrava de mais nada. E o aprendizado da minha filha em leitura estagnou.

Então, quando eu já estava prestes a comprar um método de alfabetização fônica computadorizada, deparei-me com o site da Casinha Feliz. Feliz fiquei eu...

Atualmente, moro em Uberlândia.
Bem, não quero correr o risco de cansá-la, então fico por aqui.

Um abraço

Ana Júlia Portela